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sexta-feira, 21 de maio de 2010

EB1 Santa Cruz: Um falso equívoco

O núcleo do BE de Santa Cruz não desconhece que a EB1 de Santa Cruz, situada na esquina da Avenida Sá da Bandeira com a Rua da Saragoça, pertence à freguesia da Sé Nova e faz parte do Agrupamento de Escolas Martim de Freitas.
Há quem desconheça isso, inclusive quem está em gabinetes da administração desta cidade, quando se trata de transferências orçamentais para as freguesias, por engano na associação do nome à (possível) área geográfica.
No entanto, por razões diversas, este núcleo não quis deixar de se associar às comemorações do primeiro centenário da Escola. Um século não é coisa de somenos importância. Eis pois um falso equívoco…

terça-feira, 18 de maio de 2010

Terreiro da Erva em debate

Quarta-feira, dia 19 de Maio, às 15h30, no restaurante “O Cantinho do Reis”, realizar-se-á uma sessão sobre a reabilitação do Terreiro da Erva, promovida pela Associação Comercial e Industrial de Coimbra (ACIC), que contará com a presença de diversas entidades: Câmara Municipal de Coimbra, Junta de Freguesia de Santa Cruz, SRU – Coimbra Viva, Cáritas Diocesana, Instituto da Droga e Toxicodependência, PSP, Agência de Promoção da Baixa de Coimbra e, individualmente, o professor universitário Luís Reis Torgal.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Metro Mondego e CP


A empreitada entre a Portagem e Coimbra B será lançada na próxima segunda-feira, anunciou ontem o presidente da Metro Mondego. Entretanto, os utentes da CP pensam avançar com a realização de um abaixo-assinado para que os comboios voltem a fazer viagens directas até à Estação Nova. Recorde-se que, desde há dois meses, os comboios regionais e urbanos de Coimbra passaram a ter término em Coimbra B.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Recomenda-se… (1)

Sinalização de Prédios Urbanos Degradados e Devolutos

O contínuo crescimento das malhas urbanas e as políticas de habitação reinantes motivam que exista um número crescente de imóveis degradados e devolutos. No que diz respeito à nossa freguesia, o cenário é muito preocupante.
Trata-se de uma situação que, além de degradar o ambiente urbano, distorce o mercado de habitação, penalizando muitas famílias, que são forçadas a fixar-se longe do centro urbano e a efectuar diariamente longas deslocações.
O Código do Imposto Municipal sobre Imóveis faculta um conjunto de instrumentos que permitem desincentivar estas situações, penalizando-as fiscalmente. A sua utilização carece, porém, de um processo prévio de identificação de todos os prédios degradados e devolutos, há mais de um ano.
A Junta de Freguesia de Santa Cruz deveria proceder à identificação dos prédios urbanos degradados e devolutos, há mais de um ano, existentes na freguesia, disponibilizando e divulgando essa listagem.