quinta-feira, 8 de julho de 2010

Metro Mondego: Contra a Suspensão ou Paralisação das Obras

Colocada há uma semana online, a petição contra a paralisação ou adiamento do projecto do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM), promovida por Bruno Ferreira, está a chegar as mil assinaturas. No Facebook, o grupo em defesa do SMM já tem perto de 300 membros.
Recorde-se que a calendarização do projecto do Sistema de Mobilidade do Mondego está a ser analisada pelo Governo, no âmbito da reprogramação de investimentos públicos do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), o que gerou uma onda de preocupação na região perante uma eventual suspensão ou adiamento dos trabalhos.


quarta-feira, 7 de julho de 2010

Metro Mondego: petição contra eventual suspensão

Existe uma petição contra a eventual suspensão do projecto do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM). Trata-se de uma iniciativa do cidadão Bruno Ferreira, que espera congregar 4.000 subscritores/as, e pode ser subscrita em:

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Relatos da Assembleia de Freguesia

No passado dia 30 de Junho, a Assembleia de Freguesia de Santa Cruz reuniu, em sessão ordinária, às 21h30, na sede da Junta de Freguesia. No período antes da Ordem do Dia, o representante do BE fez duas intervenções:
1- Reafirmou a necessidade de se utilizar papel reciclado nos documentos impressos pela Junta de Freguesia de Santa Cruz, conforme uma recomendação apresentada, no dia 31 de Dezembro.
2- Abordou a questão da descentralização das reuniões, relembrando uma recomendação aprovada, no dia 14 de Janeiro, que introduziu no Regimento da Assembleia de Freguesia de Santa Cruz, o seguinte ponto: “A Assembleia de Freguesia reunirá, na sede da junta de freguesia, na primeira e última sessões ordinárias de cada ano, reunindo, nas outras sessões, em outro local da freguesia.”

Durante o período da Ordem do Dia, entre outros assuntos, a Assembleia de Freguesia de Santa Cruz aprovou, por unanimidade, uma moção apresentada pelo representante do BE, manifestando o seu repúdio pela eventual suspensão ou amputação do Metro Mondego.
De referir que foram aprovadas, por unanimidade, duas moções apresentadas por um dos eleitos da Coligação Por Coimbra: uma sobre a necessidade de um passeio no princípio da Rua António José de Almeida (próximo do Largo da Conchada) e outra sobre a necessidade de uma nova sede para a Junta de Freguesia.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Metro Mondego: moção aprovada

Contra a suspensão ou amputação do Metro Mondego

Considerando que o Sistema de Mobilidade do Mondego é um projecto de mobilidade sustentável de âmbito inter-municipal e de requalificação de espaços urbanos, que visa a melhoria da vida de milhares de cidadãos.

Tendo em conta que foram feitos investimentos, que podem passar a ser um grande desperdício, e que o eventual pagamento de indemnizações relativas a obras já adjudicadas, contraria a lógica de contenção invocada pelo PEC.

Perante as notícias de que o Governo terá solicitado à sociedade Metro Mondego que analisasse cenários alternativos de calendarização de obras, de molde a incorporar as restrições de endividamento das empresas públicas ditadas pelo PEC.

A Assembleia de Freguesia de Santa Cruz, reunida no dia 30 de Junho, em sessão ordinária, manifesta o seu repúdio pela eventual suspensão ou amputação do Metro Mondego, pois constitui um golpe nas expectativas das populações e acarretará custos financeiros altamente gravosos.

António José André
Bloco de Esquerda
Nota: Moção aprovada por unanimidade.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Remendada a estrada do Choupal

A estrada que liga o Choupal ao Centro Hípico foi remendada. Os buracos foram tapados com tout-venant. A iniciativa, que foi assumida pela Câmara Municipal de Coimbra, não resolve verdadeiramente o problema.

O INAG não acha prioritária a intervenção naquela estrada. Na Câmara, coloca-se a hipótese da transferênca da tutela da estrada para a esfera municipal, permitindo, assim, o lançamento de um concurso para um tapete betuminoso.
A novela continua...

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Choupal: Protestos contra o estado da estrada

A estrada do Choupal até ao Centro Hípico de Coimbra está num mau estado e vai-se degradando cada vez mais, sem se verificar qualquer reparação, mesmo após as diligências efectuadas por utilizadores daquela via.
Com o intuito de divulgar informação actualizada e juntar pessoas em torno da recuperação daquela estrada, foi criado um grupo no Facebook denominado “Arranjem a estrada do Choupal”.
Os membros da comissão que gere o Centro Hípico, agricultores, presidentes de juntas de freguesia e utilizadores da via decidiram invadir Coimbra, dia 4 de Julho, para mostrar o seu desagrado por nada ter sido feito até agora.

sábado, 19 de junho de 2010

Águas contra Águas

Águas de Coimbra poderá processar Águas do Mondego
Empresa multimunicipal será responsável pelas 16 rupturas que provocaram a confusão e a falha de água em vários pontos da cidade
A Águas de Coimbra (AC) responsabiliza e pondera processar a Águas do Mondego (AM) pelo caos que, desde quinta-feira, se instalou em alguns pontos da cidade, causado pelo rebentamento de várias condutas que provocaram várias horas de falhas no abastecimento de água a casas de habitação e estabelecimentos comerciais de Coimbra.
Ontem à tarde já só o Terreiro da Erva estava sem água, encontrando-se os técnicos a reparar a última ruptura, naquela zona. No entanto, de acordo com Marcelo Nuno, ao todo, e em poucos dias, foram 16 as rupturas de água na cidade, o que se ficou a dever, segundo o responsável, ao facto de a AM ter colocado em funcionamento «um novo reservatório [instalado na Boavista]» que era suposto entrar em funcionamento ao mesmo tempo que uma conduta, cuja obra não está concluída.
«O reservatório está construído a uma quota mais elevada e, logo, a água sai com mais pressão», explicou, ao DC, o presidente do Conselho de Administração da AC. Uma vez que não estava em funcionamento a tal nova conduta, a água passou a circular na infra-estrutura da AC para a distribuição que «além de velha, não estava preparada para tanta pressão» e rebentou em vários pontos, adiantou Marcelo Nuno. O responsável reuniu-se ontem à tarde «de emergência» com técnicos e elementos do Conselho de Administração da AM, ficando a saber que a obra da tal nova conduta, com ligação à Quinta Nova, está parada porque «coincide com a passagem do Metro Mondego, estando, portanto, à espera de uma definição daquela empresa».
De qualquer forma, a AC exigiu «a reparação rápida do problema», o que acabou por acontecer até ao final do dia de ontem, tendo ficado estipulado que o procedimento, da responsabilidade da AM, se faria em três fases, de modo a que a Águas do Mondego pudesse «colocar uma válvula que reduz a pressão e os caudais» provenientes do novo reservatório, passando a monitorizar todo o sistema. Solução que será «posta em prática» este fim-de-semana.
AM não dá explicações
Outra das conclusões da reunião de ontem foi a de que a AM se terá de responsabilizar «e assumir todos os custos associados às rupturas, reparação e perdas de água» inerentes a este episódio. «E isto até ao último metro cúbico», garantiu Marcelo Nuno, adiantando que a Águas de Coimbra está já «a estudar com juristas se cabe ou não outro tipo de responsabilidades à Águas do Mondego», nomeadamente, «se confere à Águas de Coimbra pedir uma indemnização».
Sem querer colocar em causa a mais-valia do reservatório da AM que foi accionado, «que permite reduzir custos, à Águas do Mondego, mas também à Águas de Coimbra», Marcelo Nuno garantiu que a empresa municipal não tem qualquer responsabilidade no que aconteceu nos últimos dias. «Não temos culpa que não tenham conduta, que não foi feita porque o metro se atrasou», afirmou o responsável, recordando que, «num ano houve três rupturas nas condutas da AC e, em poucos dias, 16».
O Diário de Coimbra tentou obter esclarecimentos junto da administração da Águas do Mondego, mas a assessora de Imprensa daquela empresa multimunicipal apenas confirmou a realização, durante a tarde de ontem, de uma reunião «entre técnicos da Águas de Coimbra e da Águas do Mondego para discutir essa problemática», tendo as partes chegado «a um acordo operacional, dividido em três fases». De resto, no que respeita a responsabilidades, adiantaram não ter «nada a declarar».

In Diário de Coimbra